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Sempre fui questionado sobre a eficácia da terceirização em suas diversas formas. Acho que aí, na forma de fazer, é que está a diferença entre obter resultados positivos ou resultados negativos.São vários os aspectos que devem ser considerados no momento da escolha do modelo de terceirização a ser adotado, para a obtenção de resultados positivos e econômicos. Senão vejamos.Considerar a terceirização como uma forma de reduzir despesas é o primeiro grande erro e acontece o tempo todo, principalmente nas empresas de pequeno e médio porte. Quando se terceiriza, a redução está no investimento em máquinas e equipamentos, e não nas despesas. O custo operacional de produção apenas é transferido para outra empresa e é sempre pago, dentro do preço da prestação do serviço, a empresa terceirizadora.Considerando que as empresas com produção até 10.000 peças mês são as que mais terceirizam, e o fazem na forma de terceirização de partes, ou seja a terceirização é apenas da montagem das peças, com acabamento, arremate, passadoria e embalagem por conta própria. Deve-se acrescentar ao custo da produção terceirizada os outros custos de produção internos de acabamento, arremate, passadoria e embalagem e, ainda o custo do transporte de ida e volta a facção, se for o caso.

Quando a terceirização é feita na forma “full part’s” ou seja, com terceirização de todas as etapas da produção os custos de produção, obviamente, são menores, já que as peças produzidas são cortadas, montadas, acabadas, passadas e embaladas pela empresa terceirizadora. Claro que aí o processo de produção muda e deve ser acompanhada pela empresa terceirizada através de visitas periódicas e sistemáticas a empresa terceirizadora, para verificação da qualidade e para a verificação do andamento da produção visando o completo comprimento do cronograma de entrega. Nesse caso, mesmo com o acompanhamento permanente da produção, deve ser uma clausula no contrato de fabricação sobre a questão da garantia da qualidade do produto.

È recomendável que em qualquer modelo de terceirização sejam observadas algumas rotinas para a facilitação da produção do produto. Assim sempre que um modelo for produzido fora da produção interna, devem acompanhar a Peça Piloto: Rota de Fabricação e Ficha Técnica (gabaritos,se for o caso). Claro que é aconselhável, se possível, a discussão entre o Setor de Pilotagem e o representante da empresa terceirizadora, de detalhes da Peça Piloto.

Outro cuidado fundamental para obtenção de sucesso são as implicações jurídicas, contornadas pela confecção de um Contrato de Prestação de Serviços que contemple e salvaguarde as duas partes nos aspectos de qualidade e prazo de entrega.

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M & M Assessoria Técnica para Confecções S/C</strong>
Ideias, Trabalho & Ação
Milton Saraiva Mota
Consultor de “chão de fábrica”
mmtec@hotmail.com
55 85 3055 0808 – 55 85 8752 4797

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